Publicado por: PROFª SURAIA | 10/10/2009

O Alienista


O conto, ou novela, como pretendem alguns estudiosos, foi originalmente publicado entre 1881 e 1882, como parte da coletânea Papéis Avulsos. A obra expressa a crítica ao cientificismo do século XIX e, por extensão, ao positivismo.

Embora escrito há mais de um século, as palavras machadianas permanecem atuais. A obra permite a reflexão sobre a literatura enquanto um saber que também se indaga sobre o seu tempo e questiona a verdade e o poder estabelecidos. Trata-se de outro saber, que não se pretende científico, mas que é tão legítimo quanto aquele.

Simão Bacamarte é o protagonista, médico conceituado em Portugal e na Espanha, decide enveredar-se pelo campo da psiquiatria e inicia um estudo sobre a loucura e seus graus, classificando-os. Funda a Casa Verde, um hospício na vila de Itaguaí e abastece-o de cobaias humanas. Passa a internar todas as pessoas da cidade que ele julgue loucas; o vaidoso, o bajulador, a supersticiosa, a indecisa, etc. No começo a vila de Itaguaí aplaudiu a atuação do Alienista, mas os exageros de Simão Bacamarte ocasionaram um motim popular. Simão Bacamarte chega á conclusão de que com quatro quintos da população internada, precisa repensar suas pesquisas. Inverte o critério de reclusão psiquiátrico e recolhe a minoria: os simples, os leais, os desprendidos e os sinceros…

E o final?  Bom, para saber o final é preciso ler…

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